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sábado, 19 de junho de 2010

Marina e Serra não participam da festa de Gabeira

Presidenciáveis foram a eventos em São Paulo e não chegaram a tempo no Rio de Janeiro

Agência Estado

Tasso Marcelo/AE 19.06.2010
Foto por/AE 19.06.2010

Entre pôsteres de Marina e Serra, Gabeira lança candidatura no Rio

A convenção que oficializou o nome do deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ) à disputa pelo governo do Rio acabou sem que os candidatos à Presidência Marina Silva (PV) e José Serra (PSDB) conseguissem chegar ao local onde ocorria o evento - no Clube Canto do Rio, em Niterói. De acordo com as assessorias dos candidatos, os dois ficaram presos em eventos em São Paulo. A militância que lotou o local foi embora sem ver os presidenciáveis.

Marina chegou ao local cerca de meia hora após a convenção ser encerrada e participou de rápida coletiva de imprensa, na qual defendeu que a candidatura de Gabeira é importante porque sinaliza mudanças para o Brasil. Sobre o fato da chapa de Gabeira apoiar a candidata e a Serra, a candidata disse que não vê problemas.

- Eu, em vez de olhar o que divide, vou olhar o que está unindo o Gabeira. Não é a primeira vez que isso ocorre.

Marina voltou a citar a eleição de Jorge Vianna ao governo do Acre em 1998, quando ele recebeu apoio dos então presidenciáveis Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso.

José Serra, que participou da convenção nacional do PTB em São Paulo na manhã deste sábado (19), chegou atrasado ao local e participou de rápida coletiva ao lado de Gabeira, do candidato a vice na chapa, o tucano Márcio Fortes, e dos candidatos ao Senado, Cesar Maia (DEM) e Marcelo Cerqueira (PPS).

O PSDB ameaçava deixar a aliança com Gabeira, mas o senador Sérgio Guerra, presidente da sigla, decidiu manter o acordo entre os partidos em pé.

Os tucanos participam da convenção coletiva dos quatro partidos que formam a aliança pró-Gabeira. O evento acontece no Clube Canto do Rio, em Niterói.

A Executiva Nacional do PSDB queria lançar um candidato tucano ao Senado, mas o acordo estabelecido por PV, PSDB, DEM e PPS, em maio, estabelecia que os tucanos indicariam o nome do vice e os outros dois partidos (DEM e PPS) lançariam os candidatos ao Senado.


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